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A tua organização não aproveita ao máximo a metodologia Agile?

O sucesso não é sorte. As empresas que atingem o mais alto nível cumprem os seus objetivos através do seu posicionamento capaz de desenvolver ferramentas que gerem vantagens competitivas. É graças a este contexto que se ouve cada vez mais falar de temas como Agile, Kanban, Scrum e Lean.

Apesar da eficácia e eficiência comprovada pela utilização deste tipo de frameworks (em certas empresas não existe uma fórmula perfeita e cada caso é distinto), existem várias equipas a implementar metodologias de trabalho ágeis de uma forma pouco benéfica.

A integração de uma metodologia ágil encontra por vezes impedimentos internos. Este processo é longo mas relevante e engloba todos os funcionários da empresa, desde os programadores ao mais alto executivo, e tem um impacto direto no papel que cada um desempenha. Este processo leva tempo: os princípios do manifesto ágil são fáceis de entender, mas a sua aplicação é um processo complexo que envolve esforço e paciência, e a entrega dos colaboradores pode não ser total.

A importância da agilidade 

A incompreensão da relação entre a metodologia ágil e a gestão dos recursos humanos é um caso comum, o recrutamento de profissionais com experiência Agile é um passo importante, mas não é a solução. É necessário ter estruturas e políticas para apoiar a evolução e crescimento dos funcionários, de forma a permitir que este tipo de ferramenta seja aceite pela empresa e implementada globalmente.

O orçamento também costuma ser uma barreira para o desempenho eficaz das metodologias ágeis, a transformação ágil deve ter em conta todos os aspetos da organização para ser bem-sucedida. O objetivo é sempre acelerar o ciclo de vida de desenvolvimento e posterior entrega de valor, no entanto muitas empresas cometem o erro comum de orientar-se pelo orçamento operacional, quando o correto é ser orientados pelo orçamento de capital.

Apesar de estarem presentes no mercado desde meados dos anos 90, as metodologias ágeis continuam a ser uma novidade, e graças ao seu sucesso nos últimos anos têm sido altamente publicitadas. Como consequência existem vários responsáveis que assumem a transição ágil como algo tão simples como contratar um Agile Coach ou enviar alguns dos seus membros da equipa para formação. Não entendendo que a base da agilidade está nos seus princípios e práticas. Este erro é motivado pela falta de compreensão sobre a importância da agilidade em todos os níveis de uma organização ou pelo receio da mudança para um formato de equipas auto-organizadas, com uma estrutura organizacional plana, onde a gerência intermediária tornar-se-á “irrelevante”.

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